Existe um televisor novo na área, e a sua imagem é tão impressionante que faz com que, perto dele, as imagens de plasma e LCD pareçam-se com desenhos rupestres.
Trata-se do diodo orgânico emissor de luz, ou Oled (sigla do inglês Organic Light-Emitting Diode). Esta tecnologia já ilumina alegremente há uns dois anos as telas de certos modelos de telefones celulares e aparelhos de música, mas a Sony é a primeira companhia a oferecê-la em uma tela de televisão.
A imagem do XEL-1 é tão colorida, vibrante, rica, real e cheia de contrastes que faz a gente perder o fôlego. É como olhar uma paisagem por uma janela. Uma janela sem vidraças.
Para deixar os consumidores babando ainda mais, a tela do XEL-1 tem apenas três milímetros de espessura. Se eles fizessem um laptop com uma tela tão fina assim, o MacBook Air ficaria parecendo uma mala.
O motivo: em uma tela Oled, cada pixel gera a sua própria luz; não há necessidade de volumosos dispositivos de luzes de fundo, como, por exemplo, nos aparelhos LCD (nos laboratórios existem telas Oled tão finas que dá para enrolá-las).
Desvantagens
Então, se este aparelho é tão incrível, por que é que todos não estão correndo como loucos para comprar um?
Porque, ainda que o XEL-1 seja o maior televisor Oled que se pode comprar atualmente, ele tem uma tela de apenas 11 polegadas (aproximadamente 28 centímetros, em diagonal). O tamanho é menor do que o da tela do seu laptop. Ah, e ele custa US$ 2.500.
Vários fatores estão em jogo aqui. Primeiro, as telas Oled ainda são muito difíceis de se fabricar, e neste estágio inicial, este tamanho é o máximo que a Sony pode colocar no mercado com confiabilidade.
Seu desenho é elegante e compacto, e permite que a tela possa ser inclinada 70 graus para frente ou para trás. Porém, a tela não gira em torno do seu eixo vertical. Se você quiser mostrá-la a uma pessoa que estiver por perto, terá que girar toda a base do aparelho. Ou talvez não, já que é possível apenas aproveitar o ângulo de visão de quase 90 graus.
O manual do usuário, por outro lado, adverte que as telas Oled podem ficar com marcas— como ocorre nos televisores de plasma— caso deixe-se uma imagem estática na tela durante muito tempo.sexta-feira, 2 de maio de 2008
Esqueça o LCD e o plasma; chegou a hora do Oled
Existe um televisor novo na área, e a sua imagem é tão impressionante que faz com que, perto dele, as imagens de plasma e LCD pareçam-se com desenhos rupestres.
Trata-se do diodo orgânico emissor de luz, ou Oled (sigla do inglês Organic Light-Emitting Diode). Esta tecnologia já ilumina alegremente há uns dois anos as telas de certos modelos de telefones celulares e aparelhos de música, mas a Sony é a primeira companhia a oferecê-la em uma tela de televisão.
A imagem do XEL-1 é tão colorida, vibrante, rica, real e cheia de contrastes que faz a gente perder o fôlego. É como olhar uma paisagem por uma janela. Uma janela sem vidraças.
Para deixar os consumidores babando ainda mais, a tela do XEL-1 tem apenas três milímetros de espessura. Se eles fizessem um laptop com uma tela tão fina assim, o MacBook Air ficaria parecendo uma mala.
O motivo: em uma tela Oled, cada pixel gera a sua própria luz; não há necessidade de volumosos dispositivos de luzes de fundo, como, por exemplo, nos aparelhos LCD (nos laboratórios existem telas Oled tão finas que dá para enrolá-las).
Desvantagens
Então, se este aparelho é tão incrível, por que é que todos não estão correndo como loucos para comprar um?
Porque, ainda que o XEL-1 seja o maior televisor Oled que se pode comprar atualmente, ele tem uma tela de apenas 11 polegadas (aproximadamente 28 centímetros, em diagonal). O tamanho é menor do que o da tela do seu laptop. Ah, e ele custa US$ 2.500.
Vários fatores estão em jogo aqui. Primeiro, as telas Oled ainda são muito difíceis de se fabricar, e neste estágio inicial, este tamanho é o máximo que a Sony pode colocar no mercado com confiabilidade.
Seu desenho é elegante e compacto, e permite que a tela possa ser inclinada 70 graus para frente ou para trás. Porém, a tela não gira em torno do seu eixo vertical. Se você quiser mostrá-la a uma pessoa que estiver por perto, terá que girar toda a base do aparelho. Ou talvez não, já que é possível apenas aproveitar o ângulo de visão de quase 90 graus.
O manual do usuário, por outro lado, adverte que as telas Oled podem ficar com marcas— como ocorre nos televisores de plasma— caso deixe-se uma imagem estática na tela durante muito tempo.
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